Recife (PE), Brasil

domingo, 30 de janeiro de 2011

Dica de Site: Queijos Online

Repasso a dica da amiga Cynara Barros:

"Pra quem gosta de queijos, descobri uma fazenda em Pombos, que produz mais de 30 tipos de queijos (brasileiros, franceses, suíços, etc.) e entrega em domicílio todas as terças e sextas, cobrando uma taxa de entrega de apenas R$ 3,00. Eu já comprava a ricota deles em um restaurante vegetariano no centro e achava divina, mas nem sabia que eles tinham outros tipos de queijo.
Aí descobri que você pode pedir até online, pelo site: www.queijosonline.com.br . Pedimos essa semana aqui em casa e, pra quem gosta de queijos, vai amar. Fora que os queijos mais caros custam metade do preço dos que vendem no supermercado e são bem melhores...
 
Depois me contem se gostaram.  E não, eu não conheço o dono da fazenda e nem estou ganhando nada pela propaganda. Só acho que essas dicas valiosas devem ser sempre divulgadas!"
 
Realmente uma ótima dica. Obrigado, Cynara.
 
 
 

Caçando Mitos: A origem da expressão "Rá-Tim-Bum"

Acabei de receber um e-mail que alerta para o significado da expressão "rá-tim-bum", cantada no "Parabéns para Você" aqui no Brasil.

A mensagem diz que a expressão significa "eu te amaldiçoo" e pede para que todos deixem de cantá-la, pois seria algo demoníaco.

Claro que isto não passa de uma imensa bobagem. Pesquisando no site "Quatro Cantos", especializado neste tipo de lendas, descobri que a Revista da Fapesp no. 102, de março/2004 (p. 57/58), comemorativa aos 70 anos da Fapesp, traz uma versão bem mais plausível para a origem da expressão:

O bordão “é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, rá-tim-bum", incorporado no Brasil ao Parabéns a você, é uma colagem de bordões dos pândegos estudantes das Arcadas da década de 1930. “É pique, é pique” era uma saudação ao estudante Ubirajara Martins, conhecido como pic-pic porque vivia com uma tesourinha aparando a barba e o bigode pontiagudo.

“É hora, é hora” era um grito de guerra de botequim. Nos bares, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja - era o tempo necessário para a bebida refrigerar em barras de gelo. Quando dava o tempo, eles gritavam: “É meia hora, é hora, é hora, é hora, é hora!"

“Rá-tim-bum”, por incrível que pareça, refere-se a um rajá indiano chamado Timbum, ou coisa parecida, que visitou a faculdade - e cativou os estudantes com a sonoridade de seu nome. O amontoado de bordões ecoava nas mesas do restaurante Ponto Chic, com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: “Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá, já, tim, bum'.


Como isso foi parar no Parabéns a você? “Os estudantes costumavam ser convidados a animar e prestigiar festas de aniversário. E desfiavam seus hinos”, conta o atual diretor da faculdade, Eduardo Marchi...


Estudantes das Arcadas visitam, em 1908,
o Barão do Rio Branco (ao centro), ex-aluno



quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dica de Filme: Inside Job

Da Agência Carta Maior:

A história de um crime de 20 trilhões de dólares
Documentário que será lançado em fevereiro no Brasil mostra o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise mundial de 2008. Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas. "Inside Job" (que ganhou o título de "Trabalho interno" em português) conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível. Documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

http://www.youtube.com/watch?v=a_f_-LAsv88&feature=player_embedded
Como causar uma quebradeira de 20 trilhões de dólares, por meio de uma farra de negócios especulativos, e cobrar a conta de milhões de pobres mortais que não participaram da festa? O documentário Inside Job (“Trabalho interno”, em português) responde essa pergunta mostrando o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise econômica mundial de 2008. Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas.

Dirigido por Charles Ferguson (mesmo diretor de
No End in Sight) e narrado por Matt Damon, o documentário conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível. Para repeti-la, provavelmente.

O documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

Em No End in Sight, Ferguson faz uma análise sobre o governo de George W, Bush e sua conduta em relação à Guerra do Iraque e a ocupação do país, questionando as mentiras utilizadas pelas autoridades norte-americanas para sustentar a ocupação. Agora, em Inside Job, mais uma vez o diretor expõe uma teia de mentiras e condutas criminosas que prejudicaram seriamente (e seguem prejudicando) a vida de milhões de pessoas. Agende-se: a estreia do documentário no Brasil está prevista para o dia 18 de fevereiro.

“Se você não ficar revoltado ao final do filme, você não estava prestando atenção” – diz uma das frases promocionais do documentário. Uma revolta necessária, pois, neste exato momento, muitos dos agentes causadores da crise (do roubo, seria melhor dizer) voltaram a dar “conselhos” para governos e sociedades. Algumas das mais novas vítimas são gregos, irlandeses, espanhóis, portugueses e outros povos europeus que estão sendo “convidados” a “aceitar a ajuda do FMI”.

Os arautos das privatizações e da desregulamentação seguem soltos como se nada tivesse ocorrido. Inside Job mostra as entranhas deste mundo de cobiça, cinismo e mentira. São estes criminosos, no frigir dos ovos, que seguem dando as cartas no planeta. Preparem o estômago, abram os olhos e ouvidos e não deixem de ver esse filme.

Condenado assaltante do BC em Fortaleza

Do Informativo BC Recife, de 25.1.2011:

Êxito no julgamento

Wagner Tenório, Procurador Regional do BC em Recife
Hoje a Procuradoria do BC/Recife tem motivos para comemorar. A área obteve importante êxito ao atuar como assistente de acusação do Ministério Público Federal no julgamento de Antônio Argeu Nunes Vieira e conseguir a condenação dele a 18 anos de reclusão. Argeu Vieira, como é conhecido, é um dos integrantes da quadrilha que assaltou o Banco Central em Fortaleza. O julgamento foi concluído hoje, no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Recife. A sustentação oral perante a Segunda Turma do Tribunal foi feita pelo Procurador Regional para a 5ª Região, Wagner Tenório Fontes, que fala sobre a importância do julgamento de um dos autores do segundo maior assalto a banco do mundo e terceiro maior em qualquer gênero: “O assalto ao BC de Fortaleza foi  perpetrado por uma organização criminosa da mais alta periculosidade ligada ao PCC. As conseqüências funestas desse crime foram múltiplas, bastando exemplificar a rebelião do PCC em São Paulo, da qual decorreram varias mortes, rebelião essa financiada com recursos do assalto.” Wagner completa: “O julgamento de hoje foi mais uma vitória da sociedade brasileira no combate ao crime organizado, que funciona como um câncer onde se instala e atua.”

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

TV/Big Brother: Uma questão de bom senso

Momento de Reflexão
http://www.reflexao.com.br/

Questão de bom senso

Não seja Big Bobo. Mude de canal ou desligue a TV
É impressionante como o ser humano do Terceiro Milênio ainda faz coisas que um mínimo de bom senso desaprovaria.
É claro que não se trata da maioria, mas de uma parcela de pessoas sem compromisso com o bom, com o útil e com o belo.
Estamos falando da nova moda que surgiu nos Estados Unidos e que algumas emissoras de televisão brasileiras resolveram importar.
Trata-se da exposição de um grupo de pessoas escolhidas para conviver juntas numa casa, por determinado tempo, onde são observadas pelos telespectadores, graças às câmeras que registram tudo, 24 horas por dia.
Que existem pessoas que se comprazem em expor a intimidade a terceiros, não há dúvida.
Também não há dúvida de que existem aqueles que gostam de bisbilhotar a vida alheia. São pessoas que sofrem de distúrbios psicológicos e como tal devem ser tratadas.
Mas daí a se expor diante das câmeras para a população de um país ou ficar diante da TV observando as momices de alguns desocupados, é falta de bom senso ou do que fazer.
Do ponto de vista das emissoras é de se pensar se não há nada de bom, de útil ou de instrutivo para se veicular nesses horários.
E da parte dos espectadores, é de se questionar se não têm mais nada a fazer que possa dar utilidade às suas horas.
Conviver mais com os filhos, caminhar ao ar livre, ler um bom livro, fazer uma visita a um amigo, a uma pessoa enferma, a uma instituição de caridade.
A grande responsável por esses programas de má qualidade é a demanda. É a audiência. É o cidadão que permite que esse lixo seja despejado em seu lar, em sua sala de televisão.
Isso nos parece muito lógico: se não houvesse o prestígio da população, não haveria interesse por parte das emissoras em veicular, já que divulgam o que o público pede.
Século XXI... e ainda se perde tempo com coisas tão inúteis e até prejudiciais...

Se os espectadores, que assistem esse tipo de programa, pudessem avaliar a importância do tempo que Deus lhes concede na presente existência, certamente não o desperdiçariam com tolices dessa natureza.
Dizemos que é prejudicial porque assistir televisão, sem critérios rígidos de seleção, pode entorpecer os sentidos, prejudicar a criatividade, a capacidade de conversar, de conviver.
Ademais, esse tipo de programação cria a ilusão de que se pode penetrar a intimidade daquelas pessoas enclausuradas, e a de que se pode preencher o vazio interior e superar as próprias frustrações, convivendo com um grupo de estranhos.
É uma grande ilusão, pois os próprios participantes dessas casas de clausura admitem que é impossível ser verdadeiros diante das câmeras.
Dessa forma, uns fazem de conta que expõem a intimidade, e outros fazem de conta que acreditam...
* * *
Pense nisso e não ligue a televisão apenas porque ela está lá. Ligue-a somente quando houver algum programa que você realmente queira ver, que lhe acrescente algo de bom, de belo, de útil, de instrutivo.
Aqueles que participam desse faz-de-conta têm o interesse financeiro, pois há um prêmio em jogo...
As emissoras querem faturar, numa eterna guerra pela primeira posição nas pesquisas...
E você, telespectador?
Se todas as pessoas usassem o bom senso antes de acionar o controle remoto da TV, selecionando as boas programações, as emissoras não colocariam no ar programas de má qualidade, inúteis ou prejudiciais.
Assim como o voto é uma arma poderosa nas mãos do eleitor, o controle remoto é a única arma que poderá mudar essa triste realidade, e promover uma mudança na cultura das telinhas.
Pense nisso, e faça a sua parte!
Redação do Momento Espírita.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Incrível: chopeira enche o copo pelo fundo

Caraca, muito interessante esta invenção! Além do inusitado e da rapidez, acaba aquela história de ficar derramando o chope para acertar o colarinho. Cool.

Da Folha.com:

Chopeira inusitada enche copo pela parte inferior; assista.
DE SÃO PAULO

A máquina exibida no vídeo abaixo serve chope de uma forma curiosa: pela parte inferior do copo.
Batizada "BottomsUP Beer", a chopeira enche 600 ml por segundo --nove vezes mais rápido que as máquinas convencionais.
O sistema funciona com copos especiais. Cada unidade tem um buraco que é selado com um ímã circular. A máquina enche o copo e, ao ser retirado, o imã retorna ao local e veda o furo.
Segundo o fabricante, a rapidez do serviço feito com quase nenhum respingo pode representar uma economia de cerca de 75% em relação aos demais tipos de máquina.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dica de Site: Paises@ (mapa mundi interativo)

Já imaginou um Mapa Mundi com as principais informações (população, indicadores sociais, economia, redes, meio-ambiente, objetivos do milênio e síntese)
de todos os países, de forma interativa e rápida?
Felizmente este mapa já existe. E o melhor: é brasileiro - desenvolvido pelo IBGE - e tem versões em português, inglês e espanhol. 
É uma excelente fonte de pesquisa.
Basta clicar abaixo e selecionar o país que desejar:
http://www.ibge.gov.br/paisesat

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Diário: volta aos treinos, finalmente!

Ano novo, vida nova!

Ontem finalmente voltei aos treinos com o Grupo de Corridas Corpore Sano, no Parque da Jaqueira.

Espero que dessa vez seja pra valer, pois pretendo correr a São Silvestre no fim do ano. Contarei a história toda aqui no blog.

Como primeiro dia, até que não fui mal: uma volta de aquecimento e mais três etapas de uma volta; uma volta e meia; e duas voltas. No final, 500m de caminhada, totalizando cerca de 6km.

Gostei de ver que melhoraram a marcação das distâncias na Jaqueia, colocando a distância real percorrida em uma volta (980m), em vez da medição errada de 1km que havia antes. Só acho que ficou faltando eles mudarem um pouquinho o traçado para que a volta passasse a ter realmente 1km. Mas quem sabe numa próxima melhoria.

Pra comemorar meu retorno, e pra deixar vocês babando, publico a foto abaixo, das pernas mais lindas do mundo (pelo menos para mim). Adivinhem de quem é:


Pernas, pra que te quero?


domingo, 16 de janeiro de 2011

Todos Por Um: vamos economizar

Indico o site de compras coletivas de meu sobrinho Hugo. Vamos dar uma força e economizar: http://www.todosporum.com/?convite=TPUQRL8.


Todos Por Um - Compras Coletivas
Economizem e ajudem Huguinho a comprar seu caviar


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

País deixou de consumir 5 bilhões de sacos plásticos em um ano e meio


Cerca de cinco bilhões de sacolas plásticas deixaram de ser consumidas em um ano e meio de campanha “Saco é um Saco” do Ministério do Meio Ambiente. A meta da campanha era atingir 10% de redução de sacolas plásticas até o final de 2010, tendo como base o ano de 2009, quando foram produzidas 15 bilhões de sacolas no Brasil. A meta foi ultrapassada, chegando a 33% de redução.
O desempenho do programa, na avaliação do deputado Leonardo Monteiro (PT-MG), é resultado da conscientização da população brasileira sobre a importância de se promover ações em favor do meio ambiente. “O uso de sacos plásticos em excesso é um grave problema ambiental para o Brasil e para o mundo. Esta iniciativa do governo é muito bem vinda e ficamos felizes que a população tenha compreendido e apoiado a campanha. Se continuarmos neste ritmo, em pouco tempo poderemos extinguir o uso das sacolas plásticas”, afirmou.
Dados - Esse número reúne as estimativas levantadas pelas três maiores redes de supermercado no país (Walmart, Pão de Açúcar e Carrefour), pelas cidades que baniram as sacolas voluntariamente, como Xanxerê (SC) e Jundiaí (SP) e pelo Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, da indústria do plástico.
Durante a campanha foram produzidos 19 spots de rádio, três filmes para TV e cinema - exibidos no canal Futura e nas salas de cinema da rede Rain -, e dois concursos culturais. Além disso, o uso de ecobags foi estimulado por vendas e distribuição gratuita. A rede Pão de Açúcar, por exemplo, vendeu 200 mil sacolas retornáveis em 2010.O Ministério do Meio Ambiente, por sua vez, distribuiu outras 200 mil ecobags.
Além dessas empresas, a campanha contou com outros parceiros que agregaram esforços, como Carrefour, CPFL, Livraria Saraiva, CNT, Rádio Câmara, Vivo, Gol Linhas Aéreas e instituições de referência no tema consumo consciente como Instituto Akatu e WWF.