Recife (PE), Brasil

quarta-feira, 25 de abril de 2012

#erronacontadeluz - TCU: o erro não foi nosso. Devolução já!

Participe da Campanha TCU: o erro não foi nosso. Devolução já!

Participe hoje do tuitaço com a hashtag #erronacontadeluz para mobilizar o maior número de pessoas pelo ressarcimento de R$ 7 bilhões, cobrados indevidamente dos consumidores de todo o Brasil, no período de 2002 a 2009, por conta de erro no cálculo de reajuste das tarifas de energia elétrica. A Frente Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica, da qual a PROTESTE faz parte, conta com a participação popular para pressionar o Tribunal de Contas da União que está para julgar a questão.

A campanha no Facebook está disponível em http://mailmkt.telium.com.br/links.php?AGE_ID=869308&PES_ID=45333342&n=15484&URL_ID=1314&url=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Ffrenteconsumidoresenergia, assine a petição.  Contamos com você!
Obrigada,
Maria Inês Dolci

Coordenadora Institucional da PROTESTE

terça-feira, 17 de abril de 2012

Por que a Veja é contra a CPMI do Cachoeira?


Por que a Veja é contra a CPMI do Cachoeira?

Fonte: Boletim Informes

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), divulgou uma nota contestando a reportagem de capa da revista Veja deste fim de semana, que acusa o PT de armar uma cortina de fumaça, com a CPI do caso Cachoeira, para abafar o processo que se convencionou chamar de mensalão. Num texto duro, Maia garante que haverá uma investigação sobre as relações de jornalistas com grupos clandestinos de espionagem e lembrou o caso do News of the World, que fechou as portas após a descoberta de que publicava grampos ilícitos. Leia, abaixo, a nota de Marco Maia :
Por que a Veja é contra a CPMI do Cachoeira?
Tendo em vista a publicação, na edição desta semana, de mais uma matéria opinativa por parte da revista Veja do Grupo Abril, desferindo um novo ataque desrespeitoso e grosseiro contra minha pessoa, sinto-me no dever de prestar os esclarecimentos a seguir em respeito aos cidadãos brasileiros, em especial aos leitores da referida revista e aos meus eleitores:
- a decisão de instalação de uma CPMI, reunindo Senado e Câmara Federal, resultou do entendimento quase unânime por parte do conjunto de partidos políticos com representação no Congresso Nacional sobre a necessidade de investigar as denúncias que se tornaram públicas, envolvendo as relações entre o contraventor conhecido como Carlinhos Cachoeira com integrantes dos setores público e privado, entre eles a imprensa;
- não é verdadeira, portanto, a tese que a referida matéria tenta construir (de forma arrogante e totalitária) de que esta CPMI seja um ato que vise tão somente confundir a opinião pública no momento em que o judiciário prepara-se para julgar as responsabilidades de diversos políticos citados no processo conhecido como "Mensalão";
- também não é verdadeira a tese, que a revista Veja tenta construir (também de forma totalitária), de que esta CPMI tem como um dos objetivos realizar uma caça a jornalistas que tenham realizado denúncias contra este ou aquele partido ou pessoa. Mas posso assegurar que haverá, sim, investigações sobre as graves denúncias de que o contraventor Carlinhos Cachoeira abastecia jornalistas e veículos de imprensa com informações obtidas a partir de um esquema clandestino de arapongagem;
- vale lembrar que, há pouco tempo, um importante jornal inglês foi obrigado a fechar as portas por denúncias menos graves do que estas. Isto sem falar na defesa que a matéria da Veja faz da cartilha fascista de que os fins justificam os meios ao defender o uso de meios espúrios para alcançar seus objetivos;
- afinal, por que a revista Veja é tão crítica em relação à instalação desta CPMI? Por que a Veja ataca esta CPMI? Por que a Veja, há duas semanas, não publicou uma linha sequer sobre as denúncias que envolviam até então somente o senador Demóstenes Torres, quando todos (destaco "todos") os demais veículos da imprensa buscavam desvendar as denúncias? Por que não investigar possíveis desvios de conduta da imprensa? Vai mal a Veja!;
- o que mais surpreende é o fato de que, em nenhum momento nas minhas declarações durante a última semana, falei especificamente sobre a revista, apontei envolvidos, ou mesmo emiti juízo de valor sobre o que é certo ou errado no comportamento da imprensa ou de qualquer envolvido no esquema. Ao contrário, apenas afirmei a necessidade de investigar tudo o que diz respeito às relações criminosas apontadas pelas Operações Monte Carlo e Vegas;
- não é a primeira vez que a revista Veja realiza matérias, aparentemente jornalísticas, mas com cunho opinativo, exagerando nos adjetivos a mim, sem sequer, como manda qualquer manual de jornalismo, ouvir as partes, o que não aconteceu em relação à minha pessoa (confesso que não entendo o porquê), demonstrando o emprego de métodos pouco jornalísticos, o que não colabora com a consolidação da democracia que tanto depende do uso responsável da liberdade de imprensa.
Marco Maia Presidente da Câmara dos Deputados

sábado, 7 de abril de 2012

Treino em João Pessoa

Viemos passar a Páscoa em João Pessoa. Chegamos na 5ª feira, por volta das 23h30, na Pousada do Caju, em Tambaú, e fomos dormir. A pousada tem um ótimo custo-benefício e fica a apenas dois quarteirões da praia e da Av. Epitácio Pessoa.

Pousada do Caju - Unidade V - Em frente ao Restaurante Toca do Caju
No dia seguinte, sexta-feira da Paixão, tomamos café e fizemos de carro o percurso que pretendíamos treinar no sábado: eu, 16km, e Marinês, 50km. Durante o passeio, definimos o seguinte percurso: Da pousada até Cabo Branco (4km), subindo a ladeira (6km)

Subida do Cabo Branco
e seguindo mais 2k além do Estação Ciência, de Niemeyer,

Estação Ciência
e da Ponta de Seixas (8km);


Ponto de Retorno - Subida - km 8

depois seguia na outra direção até a praia do Poço, em Cabedelo (29km); voltando até o início da subida do Cabo Branco (46km); e retornando à pousada (50km).

Depois de definirmos o percurso, fomos almoçar e passar a tarde na casa de minha irmã, Odete, no Centro. No início da noite (uma linda noite de lua cheia), voltamos à pousada e dormimos cedo, para descansarmos para o treino do dia seguinte.


Corri a primeira parte com Marinês, mas infelizmente não levei a máquina, pois é muito grande para carregar.

Acabei fazendo bem mais que os 16km que estava programando, pois acabamos descendo até a Praia da Penha e tentamos voltar pela praia, mas como a maré tava cheia, tivemos de retornar de Ponta de Seixas e subir de volta.

Subida da Praia da Penha
Antes da descida do Cabo Branco nos separamos,

Praia de Tambaú vista do alto do Cabo Branco
pois Marinês foi dar a volta pela trilha até o Mirante do Cabo Branco.

Subida do Mirante de Ponta de Seixas

Eu não quis esticar mais, pois já estava cansando. Retornei direto para o hotel, completando 20km, cansado mas satisfeito com meu treino.

Fui direto tomar café, todo suado, e só depois fui tomar banho e trocar de roupa. Depois peguei o carro e fui no encalço de Marinês. Encontrei-a mais ou menos no km 27 e fui acompanhando, prestando apoio e tirando fotos.
Km 27 - Bessa

Km 28 - Bessa (Ponta de Campina ao fundo)

Km  29 - Bessa - Jardim Oceania ao fundo

Km 30 - Portal Cabedelo (Intermares)

Km 33 - Areia Vermelha

Km 34 - Ponto de Retorno no Poço (Cabedelo)

Retornamos no km 34, na Praia do Poço. A cada 2km eu parava o carro e esperava Marinês para prestar apoio.

Km 37 - Intermares (Cabedelo)

Km 38 - Intermares

Km  39 - Intermares - Bessa ao fundo

Km 41 - Bessa

Km 44 - Manaíra - Jardim Oceania ao fundo
Isto até chegarmos ao km 47, quando retornei para a Pousada e Marinês seguiu, para completar os 50km.
Km 47 - Tambaú (imediações da pousada)
Acabou fazendo 53,5km, apesar de o sol já estar muito forte. Ela diz que a blusa do Corre 10 deu sorte.
Bilu e sua perna bronzeada
Depois do treino fomos curtir um pouco a praia de Tambaú e tomar uma cerveja gelada, pois ninguém de ferro. 


Mais tarde, curtimos mais um pouco a praia aguardando o nascer da lua cheia.



Assim, fechamos com chave de ouro um grande dia, sob o luar de João Pessoa.


No domingão de Páscoa, fomos almoçar na casa de minha sobrinha, Dilma, em Camboinha, Cabedelo. Momento família super-legal antes de pegar a estrada de volta ao Recife.

Cinco gerações de mulheres (da direita para a esquerda: minha mãe, Dina, minha irmã, Odete, minha sobrinha, Dilma,
com a filha, Daniela, e a neta)